25 destinos para explorar em 2021

25 destinos para explorar em 2021

O mundo está cheio de maravilhas, não é mesmo, viajantes? Em 2020 quase não tivemos oportunidade de viajar, mas se a vacina chegar logo, 2021 promete ser um ano cheio de viagens. Pensando nisso, a Revista National Geographic Traveller fez uma lista com 25 destinos para explorar em 2021.

A lista foi feita pelos editores globais da National Geographic Travel e divididos em cinco categorias: aventura, cultura e história, natureza, família e sustentabilidade. Esses destinos falam de comunidades resilientes, esforços de conservação inovadores e oportunidades emocionantes para explorações futuras.

Que tal se inspirar nesta lista e já começar a sonhar com a próxima viagem para um desses 25 destinos incríveis?

Veja 25 destinos incríveis para inspirar viagens futuras:

1 – Parque Nacional de Katmai, Alasca (EUA)

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Imagem divulgação

A maior parte desse parque nacional e reserva combinados são áreas selvagens e a única maneira de entrar é por barco ou hidroavião. Katmai é onde fica a maior concentração de ursos-pardos do mundo. São mais de 9 mil anos de história humana que podem ver vistas neste parque.

2 – Dominica, Caribe

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As montanhas da encosta de Dominica formaram um escudo natural, protegendo em grande parte a ilha caribenha oriental, chamada Waitukubuli. Nela prospera uma frondosa floresta tropical e uma coleção de maravilhas naturais: nove vulcões ativos, 365 rios, cachoeiras altas, praias de areia preta e muito mais.

O turismo de aventura desempenha um papel importante no impulso à resiliência climática, criando empregos e incentivo econômico para restaurar e proteger o maior recurso natural de Dominica – seu lado selvagem.

3 – Parque Nacional Los Glaciares, Argentina

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Ao longo das margens do Lago Argentino, a cidade de El Calafate entrou no mapa do turismo pela sua proximidade com o Parque Nacional Los Glaciares. El Calafate é conhecida como porta de entrada ao reino do gelo no sul da Patagônia argentina.

Este deserto congelado faz parte do Campo de Gelo Sul da Patagônia, a terceira maior extensão de gelo continental do mundo, depois da Antártica e da Groenlândia. Os principais atrativos do parque são as quase 300 geleiras que cobrem quase metade da superfície do parque. A geleira Perito Moreno mais popular e acessível, com quase cinco quilômetros de largura.

4 – Região de Svaneti, Geórgia

A região de Svaneti, nas montanhas do Cáucaso no noroeste da Geórgia, pode parecer inacessível por estar a mais de 4.500 metros de altura. Além das montanhas, rios e lagos, sua paisagem é repleta de torres medievais que já serviram de residência e também como postos de defesa.

Devido ao seu afastamento, a cultura Svan evoluiu ao longo dos séculos isolada do resto das terras georgianas, desenvolvendo uma linguagem e tradições únicas. Protegida como local de Patrimônio Mundial de Upper Svaneti, Ushguli é uma das comunidades habitadas mais altas da Europa, a quase 2.500 metros acima do nível do mar.

5 – Tulsa, Oklahoma (EUA)

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Imagem: Shane Bevel

Greenwood Rising é o nome do novo centro de história “Black Wall Street” de Tulsa, que descreve apropriadamente a onda de apoio à transformação socioeconômica sustentável no histórico Greenwood District da cidade de Oklahoma – local de um dos piores incidentes de violência racial na história dos Estados Unidos.

6 – Pueblo Nations, Novo México (EUA)

Taos Pueblo é uma das comunidades mais antigas do país permanentemente habitadas. É um Patrimônio Mundial da UNESCO e marco da Revolta de Pueblo de 1680, que tornou cada pueblo é uma nação soberana e uma comunidade viva com tradições distintas.

O Indian Pueblo Cultural Center (IPCC), em Albuquerque, é o ponto de partida para explorar os Pueblos – online por meio de um Guia de Cultura Virtual e pessoalmente quando é seguro retomar os passeios e celebrações em grupo.

7 – Guam, Micronésia (EUA)

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Guam foi descoberta em 1521 pelo explorador português Ferdinand Magellan. Hoje, é um território dos EUA e a maior das Ilhas Marianas. Em 2021 será comemorado o 500º aniversário da primeira circunavegação do globo e uma embarcação da marinha espanhola fará escala em Guam em março de 2021, como parte de uma viagem comemorativa.

8 – Gyeongju, Coreia do Sul

Nomeada Cidade da Cultura da Coreia do Leste da Ásia em 2021, Gyeongju é mais conhecida pelo apelido: “o museu sem paredes”. A cidade, localizada no canto sudeste da península coreana, é o lar de uma abundância impressionante de sítios arqueológicos, graças a um reinado de quase mil anos como capital do antigo reino coreano de Silla (57 a.C. a 935 d.C.). Protegida como Patrimônio Mundial da UNESCO, as Áreas Históricas de Gyeongju são uma coleção cativante de arte budista desta época de ouro.

9 – Vitoria-Gasteiz, País Basco (Espanha)

Vitória, também conhecida pelo nome basco de Gasteiz, foi historicamente uma encruzilhada comercial e cultural devido à sua posição privilegiada na rota mais curta ligando o reino medieval de Castela com o norte da Europa. Os esforços de conservação da natureza urbana, juntamente com um compromisso com o transporte sustentável valeu a Vitoria-Gasteiz o título de Capital Verde da Europa em 2012.

10 – Tonglu, China

A tranquila Tonglu, situada nas montanhas do leste da província de Zhejiang, 270 km a sudoeste de Xangai, tem sido uma fonte de inspiração para gerações de artistas e escritores chineses. Em 2021, Tonglu receberá sua primeira Trienal de Arte, onde exibirá instalações de arte moderna nos campos e ao longo do rio – e, espera-se, impulsionar o turismo rural.

11 – Isle Royale, Michigan (EUA)

A natureza corre solta na indômita Isle Royale de Michigan, um dos parques nacionais menos conhecido dos EUA. A ilha selvagem de 72 km de extensão fica a apenas 18 quilômetros da costa do nordeste de Minnesota, mas bancos de neblina frequentes, tempestades violentas e águas agitadas podem fazer com que pareça remota. O isolamento e a solidão atraem principalmente mochileiros experientes, que chegam equipados para explorar Isle Royale.

12 – Cerrado, Brasil

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Imagem Pete Oxford, Minden Pictures, Coleção de imagens NATGEO

Maior savana da América do Sul, o Cerrado cobre quase um quarto da superfície terrestre do Brasil e tem uma biodiversidade extraordinária. Esta natureza selvagem brasileira pode ser a coisa mais próxima que temos de um ‘Parque Jurássico’. Vários dos principais rios da América do Sul começam no Cerrado e 5% das plantas e animais do planeta são encontrados na região.

A estonteante variedade de vida do Cerrado inclui mais de 10 mil espécies de plantas e criaturas de tamanho jurássico. Igualmente descomunal é uma palmeira gigante chamada buriti, local de nidificação de algumas das mais de 850 espécies de pássaros e principal fonte de alimento para muitas outras vidas selvagens que habitam o Cerrado.

13 – Ilha Lord Howe, Austrália

Lord Howe é um Patrimônio Mundial, remanescentes de um vulcão subaquático que entrou em erupção há milhões de anos. Esta pequena ilha no Mar da Tasmânia permaneceu livre de humanos até o século 18. Hoje, apenas 400 visitantes são permitidos a qualquer momento, ajudando a proteger um dos ecossistemas mais isolados da Terra. Ao redor da ilha está o Lord Howe Island Marine Park, lar dos recifes de coral mais ao sul do planeta, mais de 500 espécies de peixes e mais uma diversidade de espécies marinhas protegidas e ameaçadas.

14 – Yellowknife, Canadá

A história de Yellowknife, capital dos Territórios do Noroeste do Canadá, parece um romance de aventura. A cidade de 20 mil habitantes surgiu quando ouro foi descoberto na área na década de 1930. Em 1991, geólogos encontraram aqui um dos depósitos de diamantes mais ricos da Terra. Hoje, os visitantes se encantam durante as noites iluminadas pela aurora boreal brilhando sobre as florestas boreais e incontáveis ​​pequenos lagos fora da cidade.

15 – Indígena British Columbia, Canadá

A província mais ocidental do Canadá, British Columbia, é o lar de mais de 200 nações distintas. Com uma história indígena que se estende por cerca de 10 mil anos, a província é um lugar perfeito para embarcar em experiências de viagem indígenas autênticas. Vancouver e a Ilha de Vancouver estão entre os lugares mais convenientes para as famílias aprenderem sobre a cultura indígena.

16 – Space Coast, Flórida (EUA)

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Imagem: Robert Ormerod

Com o novo programa Commercial Crew da NASA, a costa atlântica da Flórida, a leste de Orlando, está novamente no centro da exploração espacial. O trecho de 115 km, conhecido como Costa Espacial, inclui instalações de lançamento na Estação da Força Aérea de Cabo Canaveral e o Centro Espacial Kennedy da NASA. No Kennedy Space Center Visitor Complex, as famílias podem assistir às explosões programadas das espaçonaves SpaceX e Boeing e caminhar entre foguetes gigantes com mais de trinta metros de altura.

17 – Costa da Inglaterra, Reino Unido

O Caminho da Costa da Inglaterra é a mais longa trilha de caminhada à beira-mar do mundo, estendendo-se por mais de 4.500 km. Este caminho visa levar esse valioso patrimônio às pessoas e, assim, proteger a paisagem para as gerações futuras.

A Inglaterra tem uma longa história de caminhadas pela costa devido a sua geografia em um zigue-zague irregular de estuários, enseadas e promontórios. Essa paisagem marítima acidentada moldou a sorte e o caráter da nação. E o novo Caminho da Costa da Inglaterra visa levar esse valioso patrimônio às pessoas e, assim, proteger a paisagem para as gerações futuras.

18 – Hortobágy, Hungria

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Os amplos espaços do Parque Nacional Hortobágy são feitos pela natureza para o distanciamento social. O extenso local é Patrimônio Mundial e preserva a maior pastagem nativa remanescente na Europa, bem como tradições pastorais que datam de milênios.

O rico ecossistema é habitat para cerca de 340 espécies de pássaros, incluindo dezenas de milhares de viajantes migratórios, que tornam o parque um dos melhores locais de observação de pássaros da Europa central. Além dos pássaros, Hortobágy possui uma das maiores populações de cavalos de Przewalski ameaçados de extinção. Cerca de 300 vagam pela Reserva Pentezug Wild Horse do parque.

19 – Transilvânia, Romênia

Um dos efeitos colaterais de Drácula – o romance do autor Bram Stoker – foi que transformou a Transilvânia, uma região romena perfeitamente real, em um reino mítico. Como Stoker nunca tinha visto o lugar, ele astuciosamente compilou informações para seu romance de 1897 de livros escritos por escritores de viagens britânicos. Ele acertou alguns detalhes, mas perdeu o que devia ser o mais conhecido da Transilvânia: sua sensação pastoral da velha Europa.

O Cosmopolitan Cluj é uma base para explorar os prados de flores silvestres da Transilvânia, os castelos de contos de fadas e as aldeias de ruas pavimentadas da Transilvânia. Os encantos bucólicos é uma chance de se desconectar, de passar o tempo viajando em uma carroça puxada por cavalos, caminhando nas montanhas dos Cárpatos arborizados e ajudando com tarefas como ordenhar ovelhas, coletar ovos e empilhar palheiros.

20 – Denver, Colorado (EUA)

Localizada no oeste americano, Denver está avançando com sua meta de atingir 100% de eletricidade renovável até 2030. Entre as iniciativas mais avançadas estão os mais de 200 km de novas ciclovias até 2023 e jardins solares a serem “plantados” em estacionamentos municipais, telhados e terrenos baldios em 2021.

Junto com a produção de energia limpa para prédios públicos, estações de recarga de veículos e bairros de baixa renda próximos, os jardins vão gerar empregos e um programa de treinamento pago durante a construção. Conectar ação climática e sustentabilidade à prosperidade econômica e justiça social ajudou Denver a obter a cobiçada certificação LEED for Cities Platinum.

21 – Alonissos, Grécia

Chamado de “o Partenon dos naufrágios”, os misteriosos restos do antigo naufrágio do Peristera foram inaugurados recentemente como o primeiro museu subaquático da Grécia acessível a mergulhadores recreativos. Localizado abaixo da superfície no Parque Nacional Marinho de Alonissos e Espórades do Norte, acredita-se que o local contenha carga de uma grande barcaça ateniense que afundou no século V a.C.

22 – Gabão, África

Gabão, África
Elefantes e hipopótamos caminham sem serem perturbados nas praias do Gabão, onde mais de 11% do país é um parque nacional que abrange linhas costeiras de areia branca e florestas interiores. Nem todos os 13 parques nacionais do Gabão são facilmente acessíveis. Graças ao investimento global nas redes de transporte do país, espera-se que visitar o Gabão – onde cerca de 80% da massa de terra ainda está coberta por floresta – se torne mais fácil no futuro. Uma estratégia de desenvolvimento sustentável também promete expandir o ecoturismo de forma responsável, ajudando a garantir que os lugares mais selvagens do país continuem selvagens.

23 – Nova Caledônia, Austrália

Baleias jubarte, tartarugas marinhas verdes, dugongos – todos se reúnem nas águas acolhedoras da Nova Caledônia. Este território francês compreende um grupo de ilhas colocadas como joias no sudoeste do Oceano Pacífico, a cerca de 1.500 km da costa leste da Austrália. Inscritas como Patrimônio Mundial da UNESCO em 2008, as lagoas da Nova Caledônia representam um dos sistemas de recifes mais extensos do mundo, com águas cristalinas e mais de 9.000 espécies marinhas.

24 – Copenhague, Dinamarca

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Imagem: Luca Locatelli, National Geographic

Copenhagen está a caminho de se tornar a primeira capital neutra em carbono do mundo até 2025. A cidade investe em soluções verdes e possui uma rede de transporte público muito eficiente, e todos os seus ônibus estão passando de movidos a diesel para elétricos. Além disso, o planejamento urbano amigo do planeta resultou em Copenhague com cinco vezes mais bicicletas do que carros. Não é nenhuma surpresa que Copenhague centrada em bicicletas foi escolhida para sediar a Grand Départ do Tour de France em julho de 2022.

25 – Freiburg, Alemanha

Conhecida como a porta de entrada para a Floresta Negra, Freiburg é incrivelmente verde, tanto na aparência quanto na ação. A floresta cobre mais de 40% da área urbana. As energias renováveis, como solar, biomassa, eólica e hidroeletricidade, movem a cidade, que converte seu lixo em energia de biomassa. Caminhadas, bicicletas, ônibus eletrônicos e bondes são os principais meios de transporte, aumentando as chances de Freiburg cumprir suas metas de reduzir as emissões de CO2 pela metade ou mais até 2030 e alcançar a neutralidade climática até 2050. Além disso, Vauban é reconhecido como um dos bairros urbanos mais sustentáveis ​​do mundo.

Com informações: National Geographic

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Escrito por Lisia Minelli

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