Canal do Panamá: uma das 7 maravilhas do mundo moderno | EPM
Canal do Panamá: uma das 7 maravilhas do mundo moderno

Canal do Panamá: uma das 7 maravilhas do mundo moderno

Olá, viajante! Dando continuidade na viagem pelo Panamá, hoje é dia de conhecer o Canal do Panamá. Esta é, certamente, a atração mais famosa e visitada do país. Considerada uma das ‘7 Maravilhas do Mundo Moderno’, o Canal do Panamá é imperdível.

O Centro de Visitantes Miraflores fica a apenas 15 minutos de carro do centro da Cidade do Panamá. Já as eclusas de Agua Clara ficam a 1 hora de carro da capital, nas proximidades da cidade de Colón, no Atlântico.

Nosso passeio será pela Eclusa de Miraflores, onde fica do Centro de Visitantes. Mas antes de tudo, bora explicar o que é um canal – que nada mais é do que um curso de água artificial construído pelo homem e usado para navegação e transporte.

O Canal do Panamá é formado por três grandes eclusas por onde os barcos e navios passam para cruzar entre o Oceano Pacífico e o Mar do Caribe. Uma eclusa é uma obra da engenharia hidráulica que permite que os barcos subam ou desçam os rios e mares em locais em que há desníveis (barragens, quedas d’água ou corredeiras).

E para atravessar o Canal do Panamá sem problemas, os barcos não podem ter mais do que 294 metros de comprimento, 12 metros de calado (profundidade do casco que fica embaixo da água) e 32,5 metros de largura. Além disso, somente os práticos podem operar os navios pelo Canal do Panamá. Eles são especialistas e profundos conhecedores das regras do canal e da região portuária.

Em média, o Canal do Panamá cruza 35 embarcações por dia. Cada uma delas precisa pagar uma taxa para fazer a travessia de cerca de 80km, que pode custar de US$ 800 a US$ 1 milhão. Apesar de caro, é muito mais em conta do que os navios terem que descer até a Argentina para contornar a América do Sul. Com isso, o tempo de travessia passou de três semanas para apenas 8 horas.

A história do Canal do Panamá

A primeira fase da construção do Canal do Panamá começou em 1880, quando os franceses chegaram ao país para construírem o canal assim como eles já tinham construído o Canal de Suez, no Egito, destruindo tudo que tinha pelo caminho para os navios passarem. Mas a experiência não deu muito certo e durante anos milhares operários morreram na sua construção.

Em uma segunda fase (1904), os Estados Unidos compraram os direitos de construção do local da companhia francesa que faliu e, a partir dali, as coisas começaram a dar certo. Foram mais de 10 anos trabalhando em um modelo diferente de canal, que seria por eclusas. Ou seja, em vez de destruir tudo, eles pensaram em uma forma de igualar o nível da água para que os barcos e navios pudessem passar.

Vale ressaltar que o local escolhido para a construção do canal foi o menor espaço de terra entre o Oceano Pacífico e o Mar do Caribe.

Durante quase 100 anos os EUA cuidaram do Canal do Panamá, mas em 31 de dezembro de 1999, após protestos dos panamenhos, os americanos devolveram o canal aos país. No entanto, até hoje, os EUA usam o canal para fazer o transporte de seus produtos.

Mas não só os EUA que se beneficiam do canal. São 180 rotas marítimas que ligam mais de 170 países que passam pelo Canal do Panamá. 14% do comércio norte-americano e 12% do comércio mundial passam pelo Canal do Panamá.

A operação do Canal representa 5% do PIB do Panamá, mas se juntar o PIB do turismo – que também está ligado ao Canal, este valor sobre para 1/5 do PIB do país. São mais de 1 milhão de turistas por ano que visitam o Canal do Panamá.

Curiosidades do Canal do Panamá

  • Considerado uma das 7 Maravilhas do Mundo Moderno.
  • Custou US$ 350 milhões para ser construído.
  • Mais de 90 nacionalidades participaram da construção, incluindo a Coreia do Norte.
  • 75 mil pessoas ajudaram na construção do canal.
  • O Canal usa um sistema de eclusas para levantar navios em até 26 m até a elevação do canal.
  • São 80 km de percurso para atravessar do Oceano Pacífico e o Mar do Caribe ou vice-versa.
  • O tempo de travessia de um lado ao outro é de 8 horas.
  • 180 rotas marítimas conectam 170 países pelo Canal.
  • Richard Halliburton atravessou o canal a nado e pagou apenas US$ 0,36 pela travessia.
  • O custo mais alto de uma travessia foi de US$ 1,2 milhão.
  • Anualmente, o canal atravessa mais de 14 mil embarcações.
  • E recebe mais de 1 milhão de turistas por ano.
  • Fatura mais de US$ 3 bilhões todos os anos.


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Escrito por Lucas Estevam

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