Porto Velho, Guajará-Mirim e a história da Estrada de Ferro Madeira-Mamoré

Fala, viajante! Tudo bem com vocês? Continuando nossa viagem do Brasil 60 por Guajará-Mirim e Porto Velho, Rondônia, vamos conhecer o hotel que me hospedei, fazer um passeio de barco pelos rios Mamoré e Pacaás Novos, e muito mais!
Lembrando que o Brasil 60 é o meu novo projeto, onde eu vou visitar 60 destinos brasileiros e registrar tudo em vídeo e em posts aqui no blog para vocês acompanharem tudinho. A New Trip está comigo nesta aventura, claro!!
Aliás, aproveita e já dá uma olhada no meu vídeo:

 

Passeio de barco em Guajará-Mirim
Nosso primeiro passeio, depois de uma noite em um hotel lindo que fica em cima de palafitas, foi de barco pelos rios Mamoré e Pacaás Novos. No percurso, além da natureza linda e dos cenários belíssimos, paramos para visitar uma comunidade indígena.
Vale ressaltar que, por estarem muito próximos das cidades, os indígenas que moram nesta região têm muito contato com a tecnologia e com as facilidades do mundo moderno, como internet, TV, e muito mais.
A globalização é maravilhosa, mas, com isso, é cada vez mais difícil encontrar comunidades que vivam 100% como antigamente.
Complexo Turístico Madeira-Mamoré
Estevam em Porto Velho
Estevam em Porto Velho
De volta a Porto Velho, fui conhecer o Complexo Turístico Madeira-Mamoré, que ainda será inaugurado. No local, podemos conferir uma locomotiva real que operava na estrada de ferro muitos anos atrás e a estação-sede da Madeira-Mamoré, a principal estação da linha. Neste mesmo local, também estão galpões onde eram feitos os reparos dos trens.
O local todo está passando por uma revitalização para ser aberto ao público. O objetivo é que tanto a população quanto os visitantes possam saber mais sobre esse período do ciclo da borracha e da estrada de ferro.
Polêmicas da EFMM e o fim do ciclo da borracha
Uma das coisas que fizeram a Madeira-Mamoré ser tão emblemática e, ao mesmo tempo, tão polêmica é que este projeto era muito ambicioso para a época. Ligar a Bolívia ao mar era um sonho, mas, para que ele se realizasse, muitas pessoas morreram na construção da estrada.
Depois do fim do ciclo da borracha, foi a vez dos garimpeiros chegarem em Porto Velho, por volta dos anos 50, para explorar a cassiterita, e mais para os anos 80 para exploração de ouro. Depois dos minérios, a riqueza de Rondônia se voltou para o agropastoril.
Passeio de barco pelo Rio Madeira
Antes de ir embora de Rondônia, eu não podia deixar de fazer um passeio de barco pelo rio Madeira. Passamos por uma das duas hidrelétricas da cidade de Porto Velho, avistamos a ilha da quarentena, aonde as pessoas, que chegavam para trabalhar na estrada de fero, ficavam em observação para evitar doenças e contaminações, vimos bares que ficam à beira-rio, e algumas dragas para extração de ouro do rio.
Onde ficar
Pakaas Palafitas Lodge – é um hotel de selva que fica bem em frente ao encontro dos rios Mamoré e Pacaás Novos. O visual é belíssimo!
Pakaas Palafitas Lodge
Pakaas Palafitas Lodge
Onde comer
Pixinn Restaurante – ideal para provar os vários peixes da região.
 
É isso, viajante! Eu adorei ter voltado para Porto Velho, onde morei quando criança! Foi uma viagem incrível e o povo rondoniense é extremamente feliz e receptivo. Fica ligado aqui no blog que eu breve vou postar outras aventuras, agora em Manaus (AM). Segue lá o meu canal do YouTube e fique por dentro do Projeto Brasil 60
 
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Escrito por Lucas Estevam

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