JALAPÃO: ÚLTIMAS PALAVRAS

Fala viajantes! Tudo bem com vocês? Aqui encerramos nossa sequência de posts relativos a minha viagem ao estado do Tocantins, tendo como objetivo principal de viagem o Jalapão.

Pois bem, vou usar este espaço para, de maneira sucinta, contar um pouco do que foi a viagem. Desde a forma utilizada para emissão de bilhetes aéreos, bem como hotéis e agência de turismo escolhidos (e o porquê,) e etc. Em síntese, um apanhado resumido de tudo. 

Para acompanhar os demais posts desta série, basta dar uma conferida abaixo:

EMITINDO OS BILHETES PARA O JALAPÃO

Talvez muitos de vocês não saibam, mas moro em Maceió, Alagoas. E não há voos diretos entre a minha cidade e Palmas (TO). De modo que meus voos ficaram da seguinte maneira:

IDA

Maceió/Brasília/Palmas com a Gol. Emissão, naturalmente, através do programa Smiles. Paguei neste bilhete 38.000 milhas geradas a um custo de 19.000 milhas. Explico: aproveitei uma promoção com 100% de bônus. Logo, o valor real deste bilhete foi de 19.000 milhas. Matemática simples, correto? 😉

Uma excelente opção. Conexão rápida em Brasília e uma duração total de viagem de 5 horas e 25 minutos.

VOLTA

Tinha algumas milhas da Azul que expirariam no início de 2021 e como pouco viajo com a empresa, resolvi utilizá-las. O custo do bilhete foi de 39.000 milhas. Entretanto, aqui a coisa ficou um pouco cansativa… Me senti voltando no tempo, uma vez que o que fiz não foi viagem… foi peregrinação! Um autêntico pinga-pinga: Palmas/Campinas/Recife/Maceió. E com uma longa conexão em Viracopos. Saí de palmas às 03h15 e cheguei em Maceió somente às 13h45…

SALA VIP EM BRASÍLIA

Como fiz uma conexão em Brasília no voo de ida, aproveitei para dar uma passada na VIP Clube, a sala VIP doméstica do aeroporto da capital federal. Para mim, trata-se da melhor sala VIP doméstica do Brasil!

Em tempo: os stories com o review desta sala está lá no meu Instagram. Corre lá! Meu nome na rede é @lucasmcv.

HOTEL GIRASSOL PLAZA – PALMAS

Naturalmente, uma viagem ao Jalapão não seria completa sem uma visita a Palmas, capital do Tocantins. Por inúmeros fatores, no quesito hospedagem optei pelo Girassol Plaza. Conforto e localização foram os fatores chaves para a escolha.

Trata-se de um hotel quatro estrelas. É gerido diretamente pelo simpático casal de proprietários sempre presente e, atentos a tudo que se passa no hotel. Dona Ilza está sempre atenta à demanda dos seus hóspedes! 

Não obstante, oferece também uma ótima variedade gastronômica no seu restaurante Palazzo.

Acima, foto da Suíte Executiva onde fiquei hospedado no Girassol Plaza em Palmas. 

ROTEIRO

Conforme dito acima, não havia sentido uma viagem ao Jalapão sem uma rápida passagem em Palmas. Logo, meu roteiro ficou da seguinte maneira:

  • 3 dias em Palmas
  • 5 dias explorando o Jalapão
PALMAS

A pacata capital do estado do Tocantins muitas vezes se assemelha a uma cidade do interior. Por outro lado, tem uma população pra lá de receptiva e acolhedora. Igualmente, um belo pôr do sol na praia da Graciosa.

Vale lembrar que o Tocantins é um estado novo. Foi criado em 1989, quando se desmembrou de Goiás. A capital Palmas foi planejada e construída às margens do Rio Tocantins. Logo, trata-se de uma cidade bem dividida, repleta de rotatórias, arborizada com ruas e avenidas largas.

Entretanto, nem tudo são flores (ou girassóis – que espero você tenha entendido o por que). Lá, mesmo fora dos meses de verão, o calor é de rachar! Mas mesmo com o calor super valeu a visita! 

Palmas - Jalapão

JALAPÃO

Destino principal da minha viagem, o Jalapão surpreende a qualquer um. Encantos e belezas naturais de cair o queixo. Lagoas com águas azuis cristalinas, vegetação rasteira do cerrado, fervedouros de tirar o fôlego, junto à cânions e cachoeiras entocados! O destino superou minhas expectavas. Que já eram bastante elevadas.

Jalapão - Estevam Pelo Mundo
Gruta da Lagoa do Japonês

Um adendo: há alguns anos já vinha querendo visitar o Jalapão, entretanto, sempre o deixava de lado em favor de viagens internacionais. Erro grosseiro. Assumo. E arrependo-me imensamente! Não obstante, já tenho hoje uma listinha pronta para ser colocada em prática de destinos nacionais!

Lá conheci pessoas maravilhosas, conheci as tão sonhadas paisagens e, principalmente, fiz ótimas amizades. Não obstante, escutei histórias para refletir. Histórias. Histórias que são escritas todos os dias. Histórias sobre fatos e pessoas. Pessoas que seguem lá, firmes e fortes em seus propósitos.

ESCOLHENDO UMA AGÊNCIA PARA VISITAR O JALAPÃO

Pois bem, há inúmeras agências de turismo com vários tipos de pacotes para o Jalapão. Entretanto, quando viajamos sempre queremos o melhor. Ao menos eu costumo buscar o melhor… Depois de uma rápida pesquisa a resposta estava literalmente debaixo do meu nariz, alias, do laptop!

Nós, do EPM, temos parceria com aquela que é tida como a melhor empresa de expedições para o Jalapão. Estou falando da Jalapão 100 Limites.

Super bem rankeada, tem certificado de excelência no Tripadvisor, bem como o selo Traveler’s Choice. 

Jalapão

Vale lembrar que a empresa opera roteiros de três, quatro e cinco dias. Optei pelo mais completo. E não me arrependo.

Igualmente, em tempos de pandemia (mesmo já tendo tido Covid-19), rondava-me uma certa preocupação. Entretanto, fiquei bastante satisfeito em perceber que todos os protocolos sanitários e de prevenção ao novo coronavírus estavam sendo seguidos pela empresa. Ponto positivo para a 100 Limites!

VOANDO DE CLASSE EXECUTIVA DENTRO DO BRASIL COM A AZUL 

Pois, é! Se é para ter perrengue que seja chique. Entre Campinas e Recife voei de “classe executiva” com a Azul. O voo foi operado por um A330-200. Nestas rotas, quando operadas por aeronaves de fuselagem larga, os assentos de classe executiva são vendidos como assento azul mais conforto. Durante as quase 3 horas de voo, já bem cansado, capotei logo depois da decolagem. Tive sólidas duas horas e meia de sono profundo.

CONSIDERAÇÕES FINAIS ACERCA DA VIAGEM 

Pois bem, deixou saudades. Uma viagem que me despertou sentimentos e emoções. E pra lá de especiais. Não somente pelas deslumbrantes paisagens, mas, principalmente pelas amizades que fiz e por vários jalapoeiros e jalapoeiras que conheci ao longo da jornada. Dona Benita, citada no post sobre as histórias do Jalapão, é um exemplo claro disto. 

Reza a lenda, e juram de pé juntos os jalapoeiros, que quando o mundo acabar, só restará o Tocantins. E no Jalapão surgirá uma nova civilização. Sem guerra, sem ódio e pautada na fraternidade. E sou eu quem vai dizer o oposto?  😉 

Pois é, escondido quase no centro do Brasil, o Jalapão é a nossa savana, o nosso cerrado. Lugar de gente do bem e que te recebe de braços abertos, apesar de muitas das dificuldades do local. 

Pela abundância de fontes de água subterrânea, os fervedouros, o Jalapão é também chamado de Deserto das Águas. Aos meus olhos, esta expressão casa perfeitamente com os contrastes naturais da região. Reitero: uma viagem que valeu cada segundo e que me rendeu um misto de bons sentimentos e emoções

FINALIZANDO

Pois bem, espero que vocês tenham apreciado junto comigo esta viagem. Por outro lado, conta pra gente se você já teve a chance de desbravar o Jalapão e/ou o Tocantins? Se sim, joga seu comentário lá na caixinha de comentários, bem como se ficou alguma dúvida. Teremos o maior prazer em respondê-lo. E nada de acanhamento, hein? Lembrando que seu feedback é sempre muito importante pra nós!

Ah! Para não perder o hábito dos posts que expresso minha opinião particular, vamos deixar uma coisa bem clara: estas são opiniões estritamente minhas. Não reflete a opinião do Estevam, de nenhum outro colunista do portal EPM ou tampouco do Estevam Pelo Mundo como fonte de informação e pesquisa sobre viagens, companhias aéreas, hotéis e demais assuntos da mesma natureza. Vamos deixar isso bem claro.

Ademais, vamos deixar também uma outra coisa bem clara: todo e qualquer produto que além da notícia eu revise, seja ele um voo em cabine premium, um programa de fidelidade, um lounge ou um hotel, sigo minha própria independência, bem como as diretrizes de imparcialidade do Estevam Pelo Mundo. Em assim sendo, tenho total liberdade e obrigação para com nossos leitores para pontuar, sob a minha ótica, o que acho. Seja para possíveis pontos positivos ou negativos.

QUEM SOU EU?

Lucas Cabral, editor-chefe aqui do EPM para programas de fidelidade, cartões de crédito, pontos, milhas aéreas e afins. Estou aqui precisamente desde meados de maio do ano passado. Se quer me conhecer melhor, saber quem eu sou e saber como eu vim parar aqui basta dar uma sacada no meu primeiro post, quando fui oficialmente lançado aqui no Estevam Pelo Mundo. Para isso basta clicar aqui. Igualmente, se gostou de mim ou quer ir conferindo algumas das minhas fotos de viagem e de algumas exaltações proporcionadas por milhas e pontos basta dar um follow lá no Instagram. Meu nome na rede é @lucasmcv 😉

Por fim, um grande abraço e até o próximo post!

Lucas Cabral

 

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