Piores cidades para fazer conexão

Para quem adora viajar, sabe que muitas vezes, seja pela distância, seja pelo valor, sempre temos que fazer conexão. E isso sempre é motivo de preocupação, afinal ninguém quer correr o risco de perder o próximo voo. Por isso, fizemos uma lista com as piores cidades para conexões.

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Você nem sempre tem a chance de escolher onde fazer conexão, mas quando vale saber quais aeroportos são mais os arriscados:

Atrasos

Entre os principais aeroportos dos EUA, o JFK, Newark, O’Hare e San Francisco, em Nova York, geralmente têm o mais índice de atrasos. Por outro lado, a nevada Salt Lake City e a chuvosa Seattle geralmente se saem muito bem.

Na Europa, Charles De Gaulle (Paris), Frankfurt e Heathrow (Londres), tendem a ficar no topo das listas de atrasos. Os viajantes mais frequentes sugerem Munique ou Zurique, quando possível. Na Ásia, Incheon e Hong Kong, em Seul, também sofrem grandes atrasos. Taipei e Tóquio são alternativas mais garantidas.

Layout do aeroporto

Os melhores hubs para uma conexão são aqueles em terminais grandes e individuais, com todos os portões acessíveis através de um único ponto de segurança e segurança interna (lateral) para acesso entre quaisquer dois portões.

Fazer conexão em aeroportos assim geralmente é mais fácil, você não precisa sair da segurança e voltar para o próximo portão.  Você só se preocupa em ir de um portão a outro.

Entre os hubs norte-americanos, Atlanta, Denver, Miami, Portland, Salt Lake City, Toronto e Vancouver são construídos dessa forma. Os hubs de terminal único grande no exterior incluem Amsterdã, Frankfurt, Milão, Munique, Zurique, Hong Kong e Seul.

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Outros grandes centros, no entanto, consistem em terminais separados que você pode precisar caminhar bastante. Chicago O’Hare, Dallas-Fort Worth, Bush de Houston, Los Angeles, JFK de Nova York, Newark e San Francisco, além de Heathrow e Paris de Londres. De Gaulle no exterior.

Você pode estar mais tranquilo se os seus voos de conexão estiverem na mesma companhia aérea, ou usarem o mesmo terminal. Mas se você tiver que trocar de terminal – e não houver transporte interterminal – você pode ter que sair da segurança no seu terminal de entrada, seguir até o terminal de saída e passar pela segurança novamente. Evite conexões que exijam a troca de terminais.

Áreas de trânsito

A maioria dos grandes aeroportos de conexão fora dos EUA permite que você permaneça no status de “trânsito”, em qualquer conexão. Você ainda precisa carimbar seu passaporte, mas não precisa fazer a dupla passagem pela segurança. Os EUA, no entanto, não oferecem status de trânsito. Mesmo se você estiver fazendo conexão pela mesma companhia aérea no mesmo terminal, vai ter que sair da zona segura para pegar sua bagagem, passar pela imigração e alfândega e entrar novamente pela segurança.

Dicas para fazer sua conexão 

Determine os tempos mínimos: As companhias aéreas mantêm tabelas de tempos mínimos de conexão nos aeroportos que atendem. E tem tempos diferentes para cada situação (doméstica/internacional).

Em qualquer bilhete de conexão emitido por uma companhia aérea, o tempo mínimo de conexão é o tempo que eles precisam fornecer a você para que encontre seu portão. Isso significa que, se o seu voo estiver atrasado, a companhia aérea é responsável por coloca-lo o rápido possível no próximo voo. Se você perder o próximo voo por causa de uma conexão atrasada, a companhia aérea é responsável pelos seus custos.

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Nunca Reserve Bilhetes Separados

Uma conexão no aeroporto envolvendo duas companhias aéreas diferentes representa um risco bem grande. Diferentemente do caso de uma conexão legal, se o seu voo de chegada atrasa e você perde a conexão, a companhia aérea de conexão o trata como no-show (não comparecimento). E ela não tem nenhuma responsabilidade de ajudá-lo a pegar o próximo voo disponível. Isso significa potencialmente perder o valor do seu bilhete e pagar uma tarifa de última hora para conseguir concluir sua viagem.

Você pode reduzir seu risco agendando com muita folga o próximo voo. A melhor maneira de evitar o problema é evitar a reserva de bilhetes separados em duas companhias aéreas diferentes.

E aí, alguém tem mais alguma dica para quem vai fazer conexão? Comenta aqui.

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