COMO ESCOLHER UM SEGURO DE VIAGEM

O seguro de viagem é uma das coisas mais importantes que você precisa para sua viagem. Você não teria um carro sem seguro de carro, uma casa sem seguro de casa, e você não pode fazer uma viagem sem seguro de viagem, certo viajantes?

Vou explicar nesse post a importância do seguro e dar algumas dicas que sempre me perguntam. Ele pode parecer superficial e apenas uma desculpa para te fazer gastar mais durante uma viagem ao exterior. Mas, ao contrário do que se imagina, o seguro-viagem é obrigatório na grande maioria dos países, e pode te salvar de apuros durante sua estadia. É como um seguro de saúde temporário, lembrando que vale para questões de transporte hospitalar, hospedagem pós-alta, despesas farmacêuticas e outros tipos de serviços, como extravio de bagagem, remarcação de passagem para o regresso, assistência jurídica e até repatriação do corpo em caso de morte.

É claro que esperamos nunca ter que usar, mas é um investimento que vale a pena perto da dor de cabeça que você poderia ter. Já usei várias vezes e por diferentes motivos. Ele garante que você não perca dinheiro e ainda tenha algum tipo de “proteção” em diversas situações. Muita gente me pergunta sobre os seguros que os cartões de crédito oferecem. Eu acredito que a cobertura deles seja muito limitada e, dependendo do tipo de viagem, recomendo um seguro que tenha maior cobertura.

O que você deve procurar em um seguro?

Há muitas opções por aí. O mercado de seguros é um negócio de bilhões de dólares, e tem para todos os gostos e bolsos. A primeira dica é sempre conferir o limite para as despesas médicas. É uma das mais usadas e os seguros cobrem diferentes serviços e valores. Alguns cobrem somente consultas médicas, outros cobrem internações, despesas de viagem de um parente caso você esteja em estado grave, e até expatriação de corpo em caso de morte.

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Para viagens sem grandes riscos e não tão longas, é sempre bom procurar o meio termo. Algum que cubra um pouco de tudo, mas não precisa ser com os maiores valores do mercado. Para entrar em países da União Européia, por exemplo ,o seguro deve oferecer ao menos 30 mil euros (ou 50 mil dólares) de cobertura, tanto para assistência médica quanto repatriação funerária

Lembrando sempre de que em caso de intercâmbio, normalmente para períodos mais longos como 6 meses ou 1 ano, os países exigem um seguro com cobertura mínima para liberar o seu visto de estudante. Então é sempre bom ficar atento as exigências nesses casos.

Um bom seguro sempre deve incluir esses itens:

– Abrangência na maioria dos países do mundo

– Cobertura para malas extraviadas e itens roubados

– Cobertura para voos cancelados

-Cobertura médica para doenças e acidentes

-Atendimento 24 horas

-Cláusula de proteção caso a empresa que você tenha escolhido vá a falência

O que não é coberto é tão importante quanto o que é

É sempre bom saber também o que não é coberto pelo seguro que você escolheu. A maioria das empresas não cobre acidentes devido a atividades de aventura e esportes radicais nos planos mais comuns. Ou seja, se você pretende fazer bungee jumping, pular de pára-quedas, esquiar, terá que pagar um valor adicional para ter cobertura.  Os seguros também não cobrem acidentes relacionados ao álcool ou uso de drogas.

Outra coisa que também não está na cobertura são gastos com condições/doenças pré-existentes. Por exemplo, se você tem diabetes e precisar comprar mais insulina, você não será coberto. Se você deseja visitar um médico para um check-up geral, você também não está coberto.

Essas são algumas das maiores empresas do setor de seguros:

Quem aí também já precisou acionar o seguro de viagem? Comente aqui sua experiência!
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