O começo do meu mochilão pelo Egito!

Olá viajantes, tudo bom? Primeiramente, meu nome é Heloise, e eu vou contar pra vocês como foi o meu mochilão pelo Egito!

Bom, quando eu decidi que iria, foi uma correria infinita! Um mês e meio pra ir atrás de passagem, visto, roupas, compras básicas, saber do país, mandar carta de aprovação pro pessoal lá do Egito que ia me receber… Enfim, foi loucura! Um mês que passou voando. E chegou o grande dia.

Acordei sem nem acreditar, de verdade. Me despedi da minha mãe (com dor no coração) e do meu irmãozinho, que tinha seis meses na época. Coração apertado, mas vamos que vamos! Peguei minha mala, entrei no carro, meu pai já

Por do sol no avião em Adis Abeba, Etiópia

tinha dirigido por uns 10 minutos e … esqueci minha câmera! Meu pai me olhou com aquela cara de “tava muito bom pra ser verdade”. É, nem pude discordar.

Pegamos minha amiga na casa dela (sim, viajei com a minha melhor amiga!), e fomos pro aeroporto. Fila de embarque. MEU DEUS. A viagem da minha vida, segura a emoção que agora é sério. Encontrei a outra brasileira que também ia, e todas animadas. Me despedi do meu pai, última despedida, não aguentava mais! Despachei minhas malas e entrei no avião. Não conseguia parar de sorrir, só pensando em tudo que ia acontecer no meu mochilão pelo Egito!

Sai de São Paulo, Guarulhos, e, depois de 14 horas de voo, fiz conexão em Adis Abeba, na Etiópia. Só mais quatro horas! Cheguei no aeroporto do Cairo querendo gritar de tanta felicidade. EU ESTAVA NO EGITO. Confesso que demorou uns dois dias pra minha ficha cair. Fui atrás da minha mala (aquele medo de ter sido despachada), e encontrei o George, que ia me buscar no aeroporto e me levar pro hostel. Estava sozinha, porque a minha conexão era diferente das que minhas amigas fizeram. Conversava com o George já há um mês, pois já sabia que ele iria me buscar, então tem que fazer amizade né? Fofo, me deu um super abraço quando cheguei, e já pegou minhas malas. Sabe o que aconteceu? VAMOS COMER!

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Lá no Egito é super comum o “crep“, que é uma massa parecida com a da panqueca, mas em formato de taco. Uma delícia, comeria todos os dias da minha vida. Depois de comida de avião, quem não quer né? Ele me levou no melhor lugar de crep do Egito. Já adorava aquele cara! Foi um bom jeito de começar meu mochilão pelo Egito.

Depois de comer, fomos para o hostel, e no caminho, a mais ou menos 100 metros do lugar em que eu iria ficar, estava a praça onde aconteceu a Primavera Árabe, a Tahrir Square. É gente, só pra quem é chique. Achei que

Vista do Hostel com a portuguesa de modelo

era chique… até chegar no hostel. Juro que o elevador devia ter mais de 100 anos, e só cabiam 3 pessoas, senão ele parava no andar errado. Eu quase morri várias vezes, e meu andar era o ultimo (não que fosse muito alto, mas nessa situação, eu achava que era o Empire State). Mas gente, real, eu tava tão cansada que só queria deitar.

Chegando no quarto, já tinha uma menina lá. Chamava Marisa, de Portugal. Ela começou “hi, how are you?”. Eu ri e falei “miga, eu sou brasileira, falo português” (risos). E ai teve início a minha amizade com a portuguesa mais sambista do Egito (isso vale pra outro texto). Fui tomar banho, e que chuveiro era aquele? Desenvolvido por gênios, porque eu não conseguia abrir por nada, e eu tentei. MUITO. Só abria uma torneirinha embaixo. Ah gente, vamo que vamo né. Tomei banho ajoelhada, primeira experiência higiênica no Cairo, ahazei. Fui dormir, porque já chega!

Minhas amigas chegaram na manhã seguinte, então no primeiro dia não fizemos nada, só comi mais um crep e tomei o melhor suco de manga da minha vida (devido à alta temperatura – tipo inferno – frutas tropicais são muito fáceis de serem cultivadas, e são super doces)! No segundo dia, fomos ao museu do Cairo. INCRÍVEL. Só isso a declarar. A entrada já é divina, cheia de esfinges, e coisas egípcias. Primeira coisa dentro do museu é a polícia né, detector de metais. Segunda coisa, vários desenhos rupestres e rochas enormes com escritos em hieróglifo, retiradas das áreas ao redor das pirâmides, principalmente. Unica coisa que matava era não ter ar condicionado, mas quem liga né gente ? VAMOS VER UNS PAPIROS.

Entrada do Museu do Cairo

A área dedicada ao faraó Tutankamon era a melhor, primeiro porque tinha ar condicionado (muito importante), segundo porque tinha a mascara que foi descoberta há não muitos anos e a tumba em que ele foi encontrado. Ao contrário do que muitos pensam, o corpo dele não está no museu do Cairo, e sim em Luxor, em uma cidade chamada “Valley of the Kings” (inclusive, passei de balão por lá, fica pra outro texto também).

Voltamos para o hostel, agora todas juntas (assim como no resto do mochilão pelo Egito), e finalmente tomei um banho decente. A portuguesa me ensinou a ligar o chuveiro (miga te adoro). Saímos de novo pelo Cairo, vimos o Nilo (chorei), e percebemos que a cidade ganha vida à noite. Todo o pessoal da organização egípcia nos levou pra comer em um restaurante chamado “Roof Top”. Como o próprio nome já diz, ficava em uma cobertura, bem em frente ao Nilo. Não tenho fotos, infelizmente, mas acreditem em mim quando digo: nenhuma câmera conseguiria captar fielmente. Comemos bastante nesse restaurante, principalmente um charuto (é, que nem no Brasil) de arroz enrolado por uma folha de uva. Divino.

Bom, esse foi o primeiro capítulo do meu mochilão pelo Egito! Espero que tenham gostado, e semana que vem eu continuo. Quem quiser acompanhar as fotos da viagem pelo Instagram, me segue lá @heloisemeirelles.

Valeu Gente, até a próxima!

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