Dicas para viajar por 6 países europeus sem se preocupar com o dólar ou euro!

Praga-República-Tcheca

Em tempos de crise, economia é o que todo mundo quer no momento! Mas, mesmo com a indecisão do valor do dólar afetando o turismo, a galera não desanima! Com isso, a procura por destinos alternativos cresceu – como a Europa Ocidental, por exemplo!

A moeda local dos países que compõem essa região ainda é muito utilizada e presente no dia a dia, o que faz com que os custos da viagem sejam bem menores em comparação a outros lugares do Velho Continente. Com a exceção da Eslováquia, que aderiu ao euro, República Tcheca, Polônia, Hungria, Romênia e Bulgária são destinos que unem o objetivo de economizar com a oportunidade de conhecer uma outra Europa.

Hotéis na Hungria ou Romênia, por exemplo, podem custar até um terço do que custariam na França ou Inglaterra. E os restaurantes também – podem ser parecidos ou até mais baratos que aqui no Brasil! Fora a facilidade de andar de trem, que ajuda a economizar e a migrar rapidinho de um país pro outro.

Todas essas dicas estão no guia de viagem O Viajante, que acabou de lançar um box comemorativo! São mais de 50 países em 3 volumes – Europa Mediterrânea, Norte da Europa e Europa Oriental. Além disso, essa edição do Guia O Viajante Europa conta com roteiros que se conectam entre todos os países e uma estrutura de mapas que auxiliam e muito os viajantes independentes.

Por isso, eu resolvi mostrar pra vocês um trecho do guia, com dicas para viajar por 6 países europeus sem se preocupar com o dólar ou euro! Se liga:

República Tcheca

Tudo se combina, em charme e preço, para o viajante explorar o país: paisagens rurais e urbanas, facilidade para acomodações e transporte e bons restaurantes. A capital Praga, com sua ancestral ponte protegida por santos e o morro do castelo,é parada obrigatória, mas o interior também é imperdível. À oeste, na tradicional região da Boêmia, terra dos cristais e da cerveja, se encontra a popular cidade-spa Karlovy Vary (ou Carlsbad), onde os vizinhos ocidentais programam-se para passar as férias. Pilsen, local onde foi criado esse tipo de bebida cevada, agrada aos amantes da cerveja. Durante o inverno, o norte do país, próximo à Alemanha e à Polônia, oferece estações de esqui, como Spindleruv Mlyn, onde a prática do esporte tem baixo custo se comparado a outras estações. No sul, encontram-se preciosas joias como České Budějovice e, principalmente, Český Krumlov, que preserva sua fantástica atmosfera medieval. A Morávia, ao leste, tem como capital Brno, que soube conciliar um agradável centro histórico com uma boa vida cultural e noturna. Entrando mais no túnel do tempo, e à margem do turismo, apesar de tombada pela Unesco, está a pequenina Telč.

 

Polônia

Apesar da rápida integração ao capitalismo, a Polônia ainda oferece uma viagem bem mais em conta do que os países ocidentais. Muitas cidades foram construídas e reconstruídas, como a própria capital Varsóvia, imperdível por sua charmosa área antiga e pela impressionante história que carrega, e Gdańsk, na costa do Mar Báltico, palco da invasão alemã que originou a Segunda Guerra Mundial. Para os amantes de esportes, Zakopane, na fronteira com a Eslováquia, é o paraíso dos praticantes de caminhadas, escaladas e esportes de inverno, com suas casinhas típicas encravadas nas Montanhas Tatra, onde está o pico mais alto do país. Outro destaque é a Cracóvia, cenário do filme A Lista de Schindler. A cidade é considerada uma das mais bonitas da Europa, aliando história, cristianismo, judaísmo e arte. É também vizinha do que foi considerado o maior horror testemunhado pela humanidade: o campo de concentração de Auschwitz – ainda que não seja uma visita propriamente bonita, tem importância histórica imensurável pela tragédia humana ocorrida no local.

 

Eslováquia

Boa parte dos turistas – que não são tantos assim – conhecem apenas a capital da Eslováquia, Bratislava, que, embora simpática, não apresenta grandes atrações. As surpresas ficam no interior com as paisagens do Parque Nacional Slovenský, encravado no meio das montanhas, quase no centro do território; mais ao norte, já encostando nos Cárpatos, há os montes do Parque Mala Fatra. Também não dá para esquecer dos inúmeros castelos, como o belíssimo Bojnický Zámok, de estilo romântico, construído no século 12.

 

Hungria

Fronteira de sete países, a Hungria ainda não teve todo o seu valor turístico reconhecido. Budapeste centraliza as atenções e merece ser tão visitada quanto Praga. A partir da capital, é fácil conhecer o interior, com passagens baratas e distâncias não muito grandes. Os destaques são Györ, uma charmosa cidade medieval, situada no encontro dos rios Mosoni, Raba e Danúbio; Eger, repleta de vestígios barrocos e rodeada por vinícolas; e Pécs, centro histórico que já foi dominadoa pelos celtas na antiguidade, por romanos e turcos, e ainda hoje preserva a maior mesquita do país, vários monumentos cristãos e uma grande sinagoga a praça central.

 

Romênia

A capital, Bucareste, reúne uma instigante combinação de prédios que ora remetem aos anos de dominação soviética, ora à charmosa influência francesa. A região mais famosa é, sem dúvida, a Transilvânia, graças ao legendário Castelo do Conde Drácula, situado nos arredores da cidade medieval de Brașov. A região guarda ainda outros tesouros da Idade Média, como a elegante Sibiu, emoldurada pelos Cárpatos, a cidadela de Sighişoara e os vilarejos de Biertan e Viscri. No oeste do país, Timișoara é um vibrante centro universitário,que ganhou notoriedade por sediar as primeiras manifestações contra Nicolae Ceaușescu, o ditador que governou o país com mão de ferro até a sua execução, em 1989.

 

Bulgária

Das praias às montanhas, a Bulgária tem seus pontos de interesse. A capital, Sófia, esbanja igrejas ortodoxas, ruas singulares e parques charmosos. O norte do país é marcado pelas planícies do Rio Danúbio; o sul, por montanhas e planaltos; o leste, pelo Mar Negro, repleto cidades balneário, como a popular Varna. No inverno, as montanhas oferecem, além de bonitas paisagens de neve, distintas estações de esqui. Merecem destaquem a dinâmica cidade de Plovdiv, repleta de vestígios dos conquistadores romanos, bizantinos e otomanos – entre as quais se destaca um teatro do século 2 –, e Veliko Tarnovo, antiga capital do Segundo Império Búlgaro.

 

E aí, galera, curtiram? Vale a pena dar uma olhada no guia O Viajante!

Para mais informações, acesse o site do Viajante! E se quiser fazer as malas e partir pra aproveitar essas dicas, reserve seu hotel aqui com a gente!

 

Imagem: Reprodução.

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