Maceió – Alagoas

 

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Bom dia, galera!

Pra quem não lembra ou não me conhece, meu nome é Fernanda, tenho 21 anos e estudo Jornalismo (último ano! uhuul haha). Sou apaixonada por viagens (tipo louca mesmo, ecdemomaníaca hahaha) e estou sempre dando um jeito de dar um rolê – acredito que as melhores histórias estão por aí por esse mundo, esperando para serem contadas.

Hoje estou aqui porque acabei de voltar de Maceió e resolvi contar pra vocês tudinhoo o que aconteceu por lá! E sempre que eu visitar algum lugar novo, passo aqui pra contar pra vocês!

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Bom, vamos lá: Maceió é simplesmente LINDO! Um paraíso mesmo. Eu nunca tinha ido pro Nordeste, e confesso que essa terra me conquistou tanto pela sua beleza quanto pela simpatia do povo! Ganhamos um concurso e fomos em 4 amigos (um de cada estado e região do Brasil!). Mas claro, como toda Campineira que se preze, fiquei perdida com algumas gírias e sofri bastante com o calor.

Fui na quinta feira passada (dia 9 de Abril) e voltei no domingo, dia 12. Pouquíssimo tempo, infelizmente. Então, minha primeira dica é: se programe bastante antes de ir, e tente ficar ao menos uma semana para conhecer tudo.

Achei que por estar fora de temporada, não fosse haver tantos turistas – errado! Maceió pelo jeito é sempre movimentadíssimo! Fiquei no Bairro de Ponta Verde, um dos mais turísticos e famosos de Maceió. É bem próximo à Praia de Ponta Verde (é uma ótima localização, pois a praia é belíssima, água limpinha, e também fica próximo à baladas, barzinhos e Pajuçara, que é outra praia famosa). Passear pela orla de Ponta Verde e Pajuçara é uma atração turística de lei pra você que está em Maceió (lá tem até um monumento escrito “Eu amo Maceió”, em que os turistas tiram fotos e tal).

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Na sexta, fui passear na Praia do Francês (ela não fica exatamente em Maceió, mas é pertinho e fácil de ir). Fui com uma empresa de turismo chamada Luck Receptivo (que é bem bacana), mas há várias outras que fazem passeios diários para vários pontos, é só perguntar no seu hotel que eles te passam o contato. Pela Luck, os passeios normalmente custam de R$50 a R$100 por pessoa, dependendo de onde você quer visitar. Mas não se iluda, e prepare o bolso: chegando lá, tudo tem que ser feito de barco (porque a atração principal é o mar, né?), e para isso você vai gastar mais R$50. E se quiser fotos personalizadas, mais R$3o pelo cd com váaarias fotos (e ele pode ser compartilhado com até 4 pessoas). Mas você pode gastar ainda mais, porque chegando lá é uma tentação: biquínis lindos de vários tipos, chapéus, artesanato, passeio de bug, aluguel de stand up paddle, tatuagem de henna, fora as refeições nos quiosques, que eu particularmente achei meio caro.SONY DSC

Mas valeu a pena por cada minuto do dia! O passeio de barco é ótimo e super seguro, o guia explica tudo detalhadamente e as fotos ficam bem legais. Nunca tinha feito stand up paddle e resolvi tentar (faltou o equilíbrio, mas a experiência foi ótima! haha). Acordamos bem cedo pra ir (o passeio começava as 7h!), mas garanto que é melhor assim, pra você aproveitar mais o dia. Em Maceió o dia não rende tanto…amanhece cedo e o pessoal está nas ruas bem cedo (tipo 4h30 ou 5h da manhã, que já está bem claro), e anoitece suuuuuuper cedo – por volta das 17h ou 17h30! Sim, fiquei chocada também!

Teve também um city tour no ônibus, mostrando os principais pontos da cidade (o Museu Municipal, o Palácio da Justiça, etc) e com uma parada para foto no Mirante (obrigatoriamente!) e para compras no Mercado de Artesanato – um complexo com muuuitas lojinhas de coisas típicas de Maceió! Muito bacana mesmo.

À noite, fomos para uma das baladas mais famosas da cidade: Le Hotel. Lá toca eletrônico (psy, trance, house nem tanto #chateada) e dependendo do dia, tem show de alguma banda (que normalmente é forró ou sertanejo e arrocha). Embaixo do Le Hotel, fica a cachaçaria Água doce, e é comum as pessoas irem pra lá fazer o esquenta e depois subir pro Le Hotel (que abre as 23h). Pra quem conhece a ex-Gold Street Bar aqui em Campinas (que agora é a Club Sky no Shopping Dom Pedro), a Le Hotel é bem semelhante. Eu particularmente não gostei muito, e esperava mais da casa (até pelo preço, cerca de R$40). Além disso, me indicaram uma outra balada famosa por lá chamada Maikai, mas essa não deu tempo de ir. Fica a dica pra você de casa!

No outro dia, andamos pela orla de Ponta Verde e decidimos jantar em um quiosque chamado Carlito (lá mesmo), que foi com certeza um dos pontos altos da viagem! Decoração bem nordestina, rústica e aconchegante, música muito boa (MPB, pop rock, forrózin), drink gratuito, vista pro mar e comida excelente. Tinham nos indicado como um lugar barato para se comer, e realmente! Tem várias opções de pratos executivos, por R$20 ou R$30. E eles ainda oferecem transporte gratuito até o hotel! Nem preciso dizer o quanto recomendo esse bar! Inclusive, outra dica: acho que vale muito mais a pena ir num desses barzinhos sossegados na orla do que nas baladas em si – a não ser que você seja MUITO fã da night!

E depois…xenhenhenhé (8)

Brinks haha. Depois, no dia seguinte, fomos para um passeio de um dia em Maragogi – o Caribe brasileiro! Vou contar isso pra vocês agoriiinha, no próximo post! Fiquem ligados!

E se tiverem qualquer outra dúvida, crítica, sugestão ou comentário, só me procurar por aqui ou no blog Questões de Intercâmbio! (ou ainda, dar uma olhada  no Instagram do @visitealagoas, com dicas diárias de pontos turísticos!). Quero ouvir de vocês (:

Beijos!

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