Saudade de arriscar – Viajante ainda de pés no chão

Foto: reprodução
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A palavra, hoje, é saudade.

A rotina dá saudade. Saudade de viajar, de conhecer novos lugares e novas pessoas – de, mais do que isso, fazer novos amigos. Dizem que não adianta estudar outra cultura ou outra língua sem tirar os pés do chão. Acho até que pode ser razoável, mas bom mesmo é sair por aí afora, sem ter hora pra voltar, com passagem só de ida.

Algumas das melhores pessoas da minha vida, eu conheci quando tirei os pés do lugar em que eles sempre estiveram, quando me atrevi a conhecer o mundo – ou ao menos uma parte dele.

Quando se é passageiro de primeira viagem, tirar os pés do chão já conhecido pode ser muito mais difícil do que parece. Mas, se você é um desses, é a você mesmo que me dirijo: arrisque-se! Eu tenho certeza de que voltar será muito mais difícil do que ir.

No entanto, uma coisa é certa, não adianta apenas ir. É preciso estar aberto ao novo e ao desconhecido. Deixar de lado qualquer barreira que possa te impedir de arriscar de verdade ou de – que coisa fantástica! – ter novas experiências.

A verdade é que não importa para onde você vai, não importa como você vai, muito menos quanto tempo irá ficar. O que importa é a vontade de ir, e ir de corpo e alma. Não é brincadeira, não, viagem é coisa séria. Você tem que ir inteiro. Só assim para se arriscar de verdade.

Talvez, então, a palavra do dia não seja apenas uma, mas duas: saudade e arriscar. Ou quem sabe, saudade de arriscar. Não importa.

Em qualquer viagem, estas duas palavras são certeiras. A saudade vai existir sempre e dos dois lugares, o chão conhecido e o desconhecido – que depois se torna conhecido, enfim. E, de qualquer maneira, sair por aí será sempre uma maneira de se arriscar.

Mas garanto a você, para alguma coisa, com certeza, servirá.

Viajar é, no mínimo, conhecer um lugar diferente e ter mais histórias para contar. E, no máximo… Ah! No máximo, você vai conhecer pessoas diferentes, costumes, comidas, dar boas risadas e, no fim, vai ter não só um, mas dois lugares para onde voltar: o chão conhecido e o desconhecido que não é mais assim.

Portanto, tire os pés do chão e voe alto. Para que você possa, depois, ter saudade de arriscar, assim como eu.

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