Vinho do Porto – Fortificado e naturalmente doce

Foto: Maria Oswalda Rego/Flickr
Foto: Maria Oswalda Rego/Flickr

Na última quarta-feira, dia 10 de setembro, foi comemorado pela primeira vez o Dia do Vinho do Porto (Port Wine Day) e a previsão é que se torne um evento anual. Nesta edição, foram realizados seminários sobre vinhos, gastronomia e uma degustação com 78 vinhos do porto da categoria Vintage, na cidade do Porto, em Portugal.

Produzido na região do Douro, uma das mais antigas áreas vitivinícolas do mundo (e a primeira a ser legalmente demarcada, em 1756), o vinho do Porto é um clássico. A região fica próxima à cidade do Porto, a qual dá nome à bebida por ser o lugar de onde partem as exportações. Este ano, as exportações de vinho do Porto cresceram tanto em quantidade quanto em valor, superando 2013 que havia sido o de maior lucro até então.

Foto: Jairo/Flickr
Foto: Jairo/Flickr

O vinho do Porto está entre os vinhos chamados “fortificados” porque, antes de ser completada a fermentação, adiciona-se a ele uma aguardente vínica. Além disso, o fato de a fermentação ser interrompida na fase inicial (durando apenas dois ou três dias) faz com que o vinho retenha o açúcar natural da uva, deixando o vinho naturalmente doce.

No que diz respeito à gastronomia, o vinho do Porto oferece diversas possibilidades de harmonização, podendo ser servido como aperitivo, para acompanhar o prato principal, no final da refeição como sobremesa ou digestivo ou mesmo como acompanhante de um charuto ou chocolate. As ocasiões também variam entre reuniões formais ou informais, durante o dia ou durante a noite.

Geralmente, são considerados três tipos de vinho do Porto (que se subdividem em categorias):

1. Branco (White) – tipicamente jovem e frutado, é produzido exclusivamente com uvas brancas e não evolui depois de engarrafado. Há branco secos, meio-secos e doces, mas mesmo o primeiro não é completamente seco, devido à forma como é produzido o vinho do Porto, retendo sempre alguma doçura;

2. Ruby – elaborado com uvas roxas, encorpado e frutado, este vinho mantém suas características originais por muito tempo devido à baixa oxidação. Seu sabor faz referência a frutas silvestres e sua cor é escura;

3. Tawny – utiliza as mesmas uvas do Ruby, mas passa por um processo de aceleração da oxidação e envelhecimento, que faz com que sua cor seja alterada, ficando mais clara, além de ter o sabor mais próximo ao de frutos secos.

Foto: divulgação
Foto: divulgação

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