Seguro-viagem: despesa ou investimento?

Na hora de fechar uma viagem sempre vamos atrás de passagem aérea, hotel, visto… e a última coisa que pensamos é na possibilidade de contratar um seguro-saúde para o período em questão.

Ao viajar sem um seguro-viagem, você assume diversos riscos. Viajar com seguro contratado impacta diretamente na tranquilidade de vocês, viajantes, já que o serviço garante coberturas financeiras em caso de uma eventualidade; além da assistência de uma empresa especializada em trâmites hospitalares. Outro benefício é a possibilidade de entrar em contato com uma central em língua nativa para se orientar em território internacional.

Em diversos países da Europa, por exemplo, é exigido que os turistas tenham o seguro-viagem para entrar no país. No caso da Europa, o tratado de Schengen (que abrange Bélgica, Dinamarca, Alemanha, Finlândia, França,Grécia, Islândia, Luxemburgo, Holanda, Noruega, Áustria, Portugal, Espanha Suécia), exige que todos os turistas tenham contratado assistência viagem com cobertura mínima de 30 mil euros de assistência médica/hospitalar. Outro país que também faz essa exigência é Cuba.

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A dica do Estevam Pelo Mundo é: evite dor de cabeça e gastos desnecessários em casos de incidentes. Vale a pena, sim, investir um dinheiro a mais para estar protegido. Com saúde não se brinca, né?

 

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No exterior, o preço dos atendimentos e procedimentos costumam ser absurdamente caros, muito maiores do que no Brasil. E dependendo do lugar você, de quebra, ainda terá de pagar por isso em uma moeda nada favorável.

Portanto, seguro-viagem não é uma despesa, mas sim um investimento que visa garantir ao viajante a cobertura de gastos imprevistos e de soma incalculável com acidentes e emergências durante sua viagem. Apesar disso, algumas variáveis devem sempre ser consideradas pelo viajante no ato da compra, como avaliar qual o motivo da viagem e quais atividades serão realizadas no destino, para assim, garantir que o produto adquirido está atendendo às necessidades do usuário – nem menos, nem mais- e então evitar preços maiores.

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DICA DE OURO: Para viajantes da 3ª idade, outro ponto muito importante é sempre verificar se o seguro ou assistência adquirida apresenta limite de idade para direito às coberturas.

 

 

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