Arigatou Gozaimasu – jeito japonês de agradecer

Arigatou Gozaimasu - jeito japonês de agradecer

Arigatou Gozaimasu – jeito japonês de agradecer

A Terra do Sol Nascente e o Extremo Oriente, terras longínquas do imaginário de qualquer explorador, sonho de qualquer viajante.

Bem vindo ao exotismo milenar, à terra encantada, às tradições, e ao lugar do mundo, onde gratidão e respeito são a base da felicidade. Em nenhum outro lugar você irá ouvir tantas vezes “arigatô gozaymás”.

Tóquio é o epicentro da cultura nipônica, onde homens de terno alinhados, senhorinhas de quimonos, cosplayers vestidos de animès, fashionistas orientais, e estrangeiros curiosos convivem lado a lado, em uma cidade que não pára.

O Japão se reconstrói o tempo todo. Sua história cheia lendas de samurai, e misticismo sempre foi colocada à prova por guerras e invasões. Talvez venha daí a necessidade do povo japonês em se provar.

A hospitalidade é a extensão da cordialidade, da simpatia, do respeito, de estar bem o tempo todo. Você pode estar perdido por Shibuya ou por Shinjunku, pode não entender o metrô, ou saber qual das inúmeras saídas escolher. Sempre alguém estará ao seu lado, irá se curvar, e irá te ajudar.

E você deve fazer o mesmo. Se curve, sorria com a alma. Eles irão perceber se não for de verdade. O Japão é o único lugar do mundo, onde a língua é um mero detalhe. Você pode conversar com os olhos, com os gestos, desenhando no ar. Eles irão manter uma conversa em japonês com você. Atente-se aos detalhes. A linguagem é universal.

Existe uma lenda de que todo mundo fala Inglês no Japão. Ela é quase tão verdadeira quanto a de que todos os franceses falam Inglês. Só que o Japão é o país da praticidade, e placas, mapas, metrô, cardápios e o que você menos esperar terão tradução.

O jeito japonês é curioso e aberto às outras culturas. O país foi construído com muitas apropriações estrangeiras ao longo dos séculos. Parte do alfabeto, os kanjis, foram baseados nos ideogramas chineses, a arquitetura é sino-coreana, e a simpatia é mundial.

Muitos brasileiros confundem o Japão com a China. O Brasil é o país com o maior número de japoneses fora do Japão, especialmente São Paulo, e o bairro da Liberdade, hoje representação do Oriente, é nipônica-sino-coreana-taiwanesa. China e Japão são duas terras distintas, e igualmente grandiosas, por isso o jeito chinês fica distante do jeito japonês.

Todo mundo que volta de Tóquio volta com as melhores impressões de uma viagem. Modernidade, praticidade, segurança (tão seguro que é até difícil de compreender quando você vem do Brasil), hospitalidade, gastronomia, e organicidade. Tudo acontece em Tóquio. O jeito japonês torna-se uma surpresa no pais do sol nascente.

É difícil convencer o viajante brasileiro a conhecer o Japão. A distância, o yen, o preço da passagem, e o medo do diferente podem assustar. É realmente muito longe, e os efeitos do fuso horário são iguais aos dos personagens de “Lost in Translation”. Mas você está viajando literalmente para o outro lado do mundo. O yen assusta em tempos do real em crise, mas para efeito comparativo, gasta-se convertendo, a mesma coisa do que uma viagem para as capitais européias. A passagem aérea é uma questão de disciplina e sorte. Muitas rotas via Estados Unidos caem pela metade ao longo do ano. E sobre ser diferente, provavelmente será diferente de tudo que você já viu, e ao mesmo tempo você se sentirá em casa.

Tóquio é imponente, funcional, e incrivelmente bela, mesmo sendo a maior megacidade do mundo, pelo tamanho de sua população. Grandes arranhas céus competem seu olhar com templos, parques, casas de karaokês, cafés, muitos cafés, e restaurantes típicos. É uma protofonia de sons, de cheiros, de sensações. É um microcosmo do melhor do mundo, à sua escolha.