Tutorial da primeira vez em Copenhagen – Dinamarca

Copenhagen-Feature

Quando você lê o nome “Copenhagen” já pensa logo em castelos, monarquia, coisas phynas (e no chocolate hehe). E realmente, é uma fama esteriotipada que a cidade tem, mas também, é uma impressão que se tem assim que se chega em Copenhague.

Mas nem só de castelos vive a cidade! Ela é bem equilibrada, por sinal. Enquanto o aeroporto mostra todo o requinte digno de Europa, o centro da cidade tem uma pegada mais moderna, alternativa, e mostra um pouco do lado mais vintage também, que foi preservado pelos moradores.

Sobre os rolês comuns

  • Um turista clássico sai cantando Royals da Lorde pelas ruas. hahahaa, brinks! Sério agora: ele vai pra Amalienborg, observar a residência da realeza e assistir a troca de guarda
  • Outro ponto turístico famosíssimo é a Pequena Sereia – siiim, de verdade!. As pessoas costumam se frustrar com o tamanho da estátua quando a vêem pessoalmente, mas os dinamarqueses se defendem dizendo que “a sereia é pequena na história, não faria sentido ela ser grande” – Badum tsss!
  • O povo dinamarquês é meio party everyday – tudo é motivo pra uma boa festa – pode ser um jantarzinho entre amigos, um esquenta ou uma balada. Mas tudo é motivo para beber um Snaps (a marvada pinga de Copenhague).

Estevam, vou pra lá pela primeira vez. Qual a melhor época do ano?

Verão, com certeza. As temperaturas nessa época são mais tranquilas de lidar, ao contrário do inverno que é MUITO hard!

Quanto tempo é necessário para conhecer a cidade toda?

Em média, 4 ou 5 dias são suficientes.

Mais indicações de rolês?

Tivoli (um dos parques de diversão mais antigos do mundo!), Castelo de Rosenborg (dizem que tem um tesouro guardado no sótão!), Gliptoteca Ny Carlsberg (um museu bem bacana), Rundetarn (a torre de observação da cidade), Museu Nacional de Copenhague e a Igreja de Mármore.

Tem algum lugar próximo que eu possa fazer uma day-trip?

Siiim! A Suécia fica a uns 30 km de lá, e o Castelo Hamlet a 47 km! 😉

Como se locomover pela cidade?

A pé e de busão dá pra fazer as coisas tranquilo! trem mesmo só pra cidades vizinhas. Mas os turistas têm a opção de comprar o Copenhagen Card, que é um cartão de desconto – dá pra entrar de graça em várias atrações, ter desconto em  restaurantes, e não pagar ônibus, trens e metrô. Esses cartões valem por 24 e 72 horas, e podem ser comprados nas agências de turismo, nas estações de trem, no aeroporto, em hotéis e albergues ou no centro de informações turísticas (o site Rejseplanen permite que você planeje seus roteiros de ônibus e te dá uma base de horários e tarifas!)

E alimentação?

Tem o restaurante Noma, que é considerado o melhor do mundo (e por isso é caro e exige reserva com pelo menos 3 meses de antecedência) e outros elogiados, como o Formel B, o Relae e o Geranium. Mas se você estiver procurando por uma opção mais de boa e barata (quem sempre?), a dica é ir pra Stroget, a via principal de comércio da cidade, que tem uns food-trucks e várias outras opções (e aí você vai gastar tipo uns 10 dólares pra se alimentar).

Hotel?

Hospedagem é uma coisa normalmente cara em Copenhagen. Mas, de acordo com pesquisas na net haha, o Hotel d’Angleterre, apesar de um pouco mais simples, é mais acessível, por exemplo. A cadeia Cab Inn também é uma boa opção para “orçamentos menores”. Um dos hostels mais baratos da cidade é o City Hostel HI, com diárias de aproximadamente 180 DKK (tipo uns 45 dólares), ou o Generator Hostel, que é bem elogiado e dizem ser barato.

 

Espero ter esclarecido as principais dúvidas de vocês ! Qualquer coisa, perguntem nos comentários!

 

 Imagem: Reprodução.

 

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