A Montanha Velha – Viagem de mochilão à Machu Picchu passando por Lima, Cusco, Valle Sagrado e Aguas Calientes

   Muitos acham que Machu Picchu quer dizer “Cidade perdida”, mas o real nome dado pelos nativos à essa região foi de “Montanha Velha”, que quer dizer Machu Picchu. Levantamos extremamente cedo para subir a montanha com o primeiro bus – extremamente confortável, por sinal – mas digo que isso NÃO vale a pena! Li em vários blogs de viagem que ver o amanhecer em Machu Picchu não tinha preço.

  O único detalhe não mencionado foi que até as 8 da manhã, o vale está inteiro tomado pela neblina e não é possível enxergar nada! Mas então, a neblina começa a desaparecer, e uma vista indescritível vai lentamente aparecendo enquanto o cartão postal mais famoso do Peru vai tomando forma.
A energia daqui faz qualquer visitante querer passar horas apreciando a beleza deste cenário cinematográfico.

       Ficamos quase oito horas lá! Tivemos a sorte de pegar um dia de sol – muito sol! Regressamos, então, para Águas Calientes e de lá embarcamos em um trem para Ollantaytambo, após mais uma situação de estresse ao pagar a conta em um restaurante local.

   O passeio para retornar a Cusco vale a viagem! Na realidade, houve um problema nos trilhos até o destino final e, por isso, todos tivemos que tomar um ônibus em Ollantaytambo para chegar a Cusco. Caso os trilhos não estejam bloqueados, recomendo que pegue o trem Visteon, com vista panorâmica, ele faz o passeio valer – e muito – a pena.
Chegando em Cuzco, mudamos de Hostel, e fomos para o Loki, onde a interação entre os viajantes é sempre constante e o Happy Hour não para nunca!
Hoje foi noite de conhecer a vida noturna de Cuzco , ou “Cosco”, como chamavam os Incas. A galera do hostel partiu para a Mama África, ótima balada que apesar de sugerir uma pegada de ritmos de Raggae, toca de “Dança da Mãozinha” até “David Guetta”. Outra balada muito legal é a Mushrooms. Lá você encontrará muitos nativos, além dos sempre presentes turistas!

Por Lucas Estevam